"Canto pra me mostrar", como disse Cazuza. Se eu fosse galã, passearia, para ouvir 'fiu-fiu'. Mas quase só sei escrever, então invento histórias e publico. Flertando com o "falar demais por não ter nada a dizer".
Flertando mesmo, abertamente, como gostaria de ter coragem para fazer com você, garota que ainda não esqueci.
Queria chegar perto de você, pular o muro que são seus braços cruzados e te dizer 'oi'. Porque é assim que começa. Um 'oi'.
Quando eu respondi o motivo do "Parabéns", citei que também podia ser uma declaração.
De volta às origens, gostava de terminar o texto com um verso:
"Nosso amor, que eu não esqueço,
e que teve seu começo numa festa de São João
Morre hoje, sem foguete,
sem retrato e sem bilhete
sem luar e sem violão"
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